Vários utentes falecidos constam dos registos de atendimento de um Centro de Saúde em Évora, para efetuaram tratamentos de enfermagem presenciais e não presenciais, numa fraude que terá tido como objetivo aumentar os rendimentos dos profissionais da unidade. Este caso foi divulgado pelo jornal Expresso que teve acesso a documentos que revelam dez “contactos de enfermagem”, presenciais e não presenciais, a idosos já falecidos há vários anos, na Unidade de Saúde Familiar Lusitânia, em Évora. Isto significa que a Unidade cobrou ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) várias consultas a utentes mortos. Sempre se ouviu dizer que tem não tem cão caça com gato… neste caso é mais o caso de quem não tem doentes vivos, consulta doentes mortos.
Consultar mortos, quando há poucos vivos
